Dilma mistura governo com partido e dá péssimo exemplo ao país
A presidente Dilma Rousseff deu ontem mais um exemplo de como o PT se apropria das instituições de estado a favor dos interesses do partido.
Em rede nacional, ao invés de uma presidente, o país assistiu atônito a uma candidata bater na oposição, agredir a imprensa e os que ousam discordar do seu governo.
Em um tom autoritário, a presidente se apresentou para defender o seu governo, esquecendo que a rede nacional é um instituto da presidência para comunicados relevantes ao país.
Sob o pretexto de falar sobre a redução da conta de luz, a presidente já tinha convocado a rede nacional em setembro pra essa mesma finalidade. Vale analisar, então, que se gasta, há dois meses, milhões de reais numa campanha publicitária gigantesca pra dizer a mesma coisa – convoca, com esse mesmo pretexto, uma segunda rede nacional em menos de 4 meses.
Na verdade, num ato de violência contra as instituições brasileiras, a presidente usa, de forma indevida, esse espaço institucional para defender o seu governo e agredir os críticos da sua administração.
Fez aqui o que Hugo Chaves tem feito na Venezuela!
Passou recibo de que não sabe conviver com as críticas e usou a rede nacional para falar mais alto, abafar o debate e desqualificar quem critica o seu governo.
E se diminuiu ao deixar de ser presidente para ser candidata.
E ainda mais grave, não tentou disfarçar: a rede de TV foi aberta não com o brasão da presidência, mas com a marca publicitária do seu governo(!).
A presidente praticou ontem um grave atentado contra a democracia.
Se não houver uma reação dos democratas do país, o que acontecerá em seguida?
A Venezuela não é e não pode ser aqui!

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